Inácio lopes da silva, casado com, Maria Betânia lopes da silva, pai de dois lindos filhos, Keilla

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simplesmente um servo a serviço do Senhor na assembléia de Deus em Paulo Afonso-Ba, pregador do evangelho, ministrando em congressos, seminários.

SERVO!

EU quero ser um servo ,só para te o prazer de te servi com alegria,pode fica aos teus pés ouvindo sua maravilhosas palavras de vida,poder derramar o meu melhor sobre ti,divulgar para o meu próximo, como e maravilhoso te servir,poder te acompanhar pelo deserto, ver com os meus olhos os milagres que operas na vidas dos necessitados , ver os mortos espirituais reviver,poder ver a tua igreja a noiva do cordeiro,pronta para o arrebatamento,que eu na qualidade de servo, posar me juntar a tantos outros servos, para profetizamos a estar nação,que este desejo comece agora enquanto você ler esta mensagem.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

o tempo de e perfeito- mas esteja atento :


Leia somente se você tiver tempo para Deus Deixe-me dizer isto, leia todo o texto até o final. Eu quase deletei este e-mail mas fui abençoado quando cheguei ao final. Deus, quando Eu recebi este e-mail, Eu pensei.... Eu não tenho tempo para isto... E isto é realmente inapropriado durante o trabalho. Então, Eu percebi que este tipo de pensamento é exatamente o que tem causado um monte de problemas no nosso mundo de hoje. Nós tentamos manter Deus na igreja nas manhãs de domingo... Talvez, nas noites de domingo.... E num evento improvável no meio da semana. Nós gostamos de tê-lo por perto durante as doenças.... E, é claro, nos funerais. Todavia, nós não temos tempo, ou espaço para Ele durante o trabalho ou divertimento... Porque.... Esta é a parte de nossas vidas que pensamos… Nós podemos, e nós devemos, controlar nós mesmos. Talvez Deus me perdoe por pensar... Que... Existe um momento ou lugar onde.. Ele não deve ser o PRIMEIRO em minha vida. Nós devemos sempre ter tempo para lembrar tudo que Ele fez por nós. Se, você não esta envergonhado de fazer isto.... Por favor siga as instruções. Jesus disse, 'Mas qualquer que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante de meu Pai que está nos céus.' (Mt 10:33) Não se envergonhe? Passe isto à frente SOMENTE SE VOCE TIVER VONTADE!! Sim, Eu amo Deus. ELE é minha fonte de existência e salvador. Ele me dá forças e cuida de mim a cada dia. Sem Ele eu não sou nada. Tudo posso naquele que me fortalece. (Fil 4:13) Este é um teste simples.. Se você ama Deus... e, não tem vergonha de todas as coisas maravilhosas que Ele fez por você... Envie esta mensagem para seus amigos E agora, você tem um tempo para enviar? Assegure-se que você rolou a mensagem até o final. Fácil versus Difícil Porque é tão difícil dizer uma verdade mas é tão fácil dizer uma mentira? Porque somos tão sonolentos na igreja mas assim que saímos rapidamente despertamos? Porque é tão fácil deletar um e-mail religioso mas encaminhamos todos os indecentes? De todos os presentes gratuitos que recebemos, orações são realmente os melhores.... Não existem custos mas recompensas maravilhosas... BENÇÃOS DE DEUS! Notas: Não é engraçado como é simples para as pessoas jogarem Deus no lixo e depois se perguntar porque o mundo está se tornando um inferno. Não é engraçado como alguns podem dizer 'Eu acredito em Deus' mas permanecem seguindo Satã (quem, a propósito, também 'acredita' em Deus). Não é engraçado como quem envia milhares de piadas por e-mail que se espalham com fogo selvagem, mas quando você começa enviando mensagens a respeito de Deus, as pessoas pensam duas vezes em compartilhá-las? Não é engraçado como quando você encaminhar esta mensagem, você não a enviará para muitas pessoas de sua lista de endereços porque você não tem certeza no que elas acreditam, ou o que elas irão pensar de você enviando-a para elas Não é engraçado como eu posso estar mais preocupado sobre o que as outras pessoas pensam de mim do que o que Deus pensa de mim. Eu oro para todos que receberem esta mensagem enviem para todos os endereços de suas listas, eles serão abençoados por Deus de um modo especial. “Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: em que Deus enviou seu filho unigênito ao mundo, para que por meio dele vivamos.” (1 Jo 4:9) Jesus te ama... Você carrega uma Bíblia, satanás fica com dor de cabeça... Quando você abre a Bíblia, Ele desmorona... Quando ele vê você lendo a Bíblia, Ele desmaia.. Quando ele vê você vivendo o que você lê, Ele foge... E quando você estiver a ponto de repassar esta mensagem . . . Ele tentará desencorajar você . . . Eu acabei de vencer estes obstáculos, pela Graça de Deus! Alguém mais? Um teste : Será que Deus está em primeiro lugar em sua vida ? Se estiver pare tudo E envie esta mensagem para todos do seu e-mail E observe o que Deus faz. Amém!

terça-feira, 12 de junho de 2012

A MORTE NA PANELA


A morte na panela "Eliseu voltou a Gilgal. E havia fome na terra; e os filhos dos profetas estavam sentados na sua presença. E disse ao seu moço: Põe a panela grande ao lume, e faze um caldo de ervas para os filhos dos profetas. Então um deles saiu ao campo a fim de apanhar ervas, e achando uma parra brava*, colheu dela a sua capa cheia de colocíntidas* e, voltando, cortou-as na panela do caldo, não sabendo o que era. Assim tiraram de comer para os homens. E havendo eles provado o caldo, clamaram, dizendo: Ó homem de Deus, há morte na panela! E não puderam comer. Ele, porém, disse: Trazei farinha. E deitou-a na panela, e disse: Tirai para os homens, a fim de que comam. E já não havia mal nenhum na panela". II Livro dos Reis 4.38-42 O texto é por demais conhecido e muito pregado nas igrejas, especialmente pelos simbolismos e analogias que nele encontramos; Apesar disto, não posso deixar de pensar que este pode explicar muito dos absurdos que vemos hoje no dito meio evangélico brasileiro. 1 - Havia fome na terra. A terra era Gilgal, onde havia uma escola de profetas, local atuação de Elias e agora de Elizeu, o que não isentou os santos de sofrerem com a calamidade. E quem é que disse que não passaríamos por dificuldades e problemas? Jesus afirmou "no mundo tereis aflições..." (Jo 16.33). Aliás, sem ser sádico e muito menos masoquista, o sofrimento é por vezes a maneira mais eficaz de sermos moldados por Deus. Salomão dizia: "a tristeza do rosto torna melhor o coração" (Ecl 7.3), mas isso é um outro assunto. O fato é que sempre haverá fome na terra e especificamente essa fome de Deus, das coisas espirituais. Jesus vendo a multidão, já ao final do dia, disse aos discípulos: "Dai-lhes vós de comer" (Lc 9.13). Está sob responsabilidade de Igreja prover o mundo da comida espiritual que é a Palavra de Deus. Veja que diante das circunstâncias não faltou a atitude do profeta em pedir para ser colocada a panela no fogo - mesmo sem ter ainda algo para cozinhar - e sugerir que se fizesse um caldo de ervas para que os filhos dos profetas se alimentassem. 2 - Um deles. O texto é claro ao afirmar que "um deles" saiu ao campo para buscar ervas; Não foi um estranho quem trouxe as parras bravas para a panela. Era alguém conhecido e do ofício dos profetas. Temos visto inseridas em algumas pregações, predominantemente as televisivas e/ou gravadas, incitações a contendas, heresias das brabas mesmo, ataques à doutrina e aos costumes primitivos, pregadores cuspindo no prato onde outrora comeram e também comendo com porcos, tudo isso alcançando uma enorme massa de ouvintes. Abraçam o que se deve rejeitar e passam uma imagem forte de que não há perigo em algumas alianças ou experimentar novos e desconhecidos temperos. Pois é. Triste o constatarmos que aprendizes de profetas e profetas vem divulgando com mais fervor a teologia da prosperidade, participando de grandioso encontros nacionais de r-é-t-é-t-é onde aberrações são vistas, toleradas e até incentivadas em nome do mover do Espírito Santo, importando e depois implantando em igrejas modelos impróprios e até malígnos, defendendo abertamente práticas sexuais anormais entre um casal para estimular o relacionamento, levando líderes e igrejas à agregarem-se ao "novo ministério " com multiplicação exponencial de apóstolos, paipóstolos, vice-deuses e outras configurações mais. Já ouviu falar da unção do riso, da galinha, do leão, tocar o shofar, de danças, festivais, verões gospel, arca da aliança paraguaia, raves, pagodes, boates e baladas "evangélicas"? Seriam por acaso esses profetas filiados a alguma agremiação do mundão? Infelizmente, são figurinhas que todos conhecemos e que já vimos pregar tantas vezes. Eram dos nossos, talvez até com boas intenções de prover alimento, mas faltava-lhes uma coisa. Não é por acaso aque inda hoje lemos o elogio bíblico aos irmãos da Beréia, que apesar do prestígio de receberem ninguém menos que o apóstolo São Paulo para pregar-lhes, conferiam diariamente nas Escrituras o que este lhes ensinava para ver "se as coisas eram assim" (At 17.11). Oremos por nossos líderes; Eles, mais que qualquer um membro, necessitam de nossas orações para que não tropessem, senão o estrago é grande. 3 - Ele não sabia o que era aquilo. Aquele profeta (possivelmente um jovem aprendiz) não sabia discernir o que era bom para comer e dar de comer. Saiu para buscar ervas e achando algo diferente, colocíntidas, agradáveis aos olhos mas desconhecendo o mal que poderiam fazer, touxe uma capa cheia delas, cortou-as e pôs na panela do caldo. O que falta é discernimento. Toda novidade é implantada sem um mínimo de reflexão pois o negócio é o agora. Mata a fome do povo com modismos e heresias e depois quem comeu vai para o hospital ou para o cemitério. Que consequências verei se permitir a implantação do modelo X? Não estarei abrindo as guardas para o ingresso de heresias? O rebanho de Deus que me foi confiado estará em perigo? Isto fere a sã doutrina e os bons costumes? O cantor Y pode cantar no púlpito de minha igreja? Como é a vida dele? Que exemplo dá e como influencia as ovelhas mais jovens? O que tem pregado tal pastor, apesar de sua longa lista de credenciais, cargos, cruzadas, dvds e cds gravados? Infelizmente muitos "jovens" obreiros - às vezes não tão jovens assim - no intento de agradarem ao povo, de proverem novidades e de ajuntarem multidões, abrem a guarda e consentem parras bravas na doutrina, na liturgia, no cotidiano da congregação, falácias belas aos olhos (e ouvidos) cujo resultado é o desarranjo, a dor, a fraqueza e morte espiritual da igreja - imediata ou posterior. O que escreví não é novidade e lamento que muitos critiquem alguns pastores ditos ortodoxos (ora, TODOS os pastores deveriam ser ortodoxos) pela postura austera em relação à essas coisas, que inibem a atuação de alguns falastrões em suas áreas eclesiásticas, que seguram com rédea firme o que aprenderam e conservam o modelo da Palavra de Deus. 4 - Alguém gritou. Sempre haverá alguém que gritará avisando da morte na panela. Talvez alguém mais velho e mais experiente, talvez alguém mais observador. Quem sabe, os arautos daquele dia perceberam de imediato o efeito no organismo dos mais frágeis e alertaram sobre o perigo da comida ou imediatemente ao provarem o caldo sentiram o gosto do veneno. Não puderam comer é o que diz o texto. Quem se alimenta da Palavra, do leite puro (I Pe 2.2) nunca poderá aceitar, não conseguirá engolir caldo de parras bravas. Igrejas que aprendem, que têm mais cultos de doutrina, que dão mais tempo para o ensino, que não "enrolam" seus membros com programações pouco nutritivas serão mais fortes e mais resistentes à aceitação de novo cardápio, especialmente se for de pepinos bravos. Não dá pra trocar a Palavra, o ensino, a oração, o discipulado, o evangelismo, as pregações, as consagrações, o verdadeiro serviço de música e louvor, o jejum, por programas puramente sociais. Eles podem até existir mas nunca deverão tomar o tempo e a primazia da Palavra na vida da Igreja, nem mesmo se vierem travestidos de louvorzão, cruzada, ação social ou outra coisa boa aos olhos, com ótima aparência como são as flores das colocíntidas. Alguns profetas podem ser hoje alcunhados de pro-festas de tantas invenções substutivas aos verdadeiros cultos que de fato deveriam estimular em suas igrejas. É preciso ouvir o que clamava João Batista no deserto: -Endireitai os vossos caminhos! (Mc 1.3, Jo 1.23). Graças a Deus que existem Pastores, homens que o Senhor tem levantado para gritarem contra o que se quer colocar na panela, contra o que alguns querem dar ao povo para comer pois não é qualquer um que pode, e nem que deve levantar-se contra, afinal, são todos profetas, filhos de profetas e estão todos em Gilgal. 5 - Tragam farinha. Ei, há uma solução! O homem de Deus logo percebeu o que estava acontecendo e a providência não foi outra: farinha na panela, logo! Ele mesmo deitou a farinha e ordenou que desse aos homens para comer. Tratou o mal e a farinha foi o remédio! A farinha de trigo, base da culinária daqueles tempos, é símbolo da Palavra de Deus. Ela é eficaz e penetrante (Hb 4.12), é remédio para a morte que havia na panela e somente ela, administrada ao povo, poderá reverter o quadro sombrio que paira sobre grande parte das igrejas evangélicas deste País. A Palavra transforma, liberta, vivifica, renova. A Palavra dará forças necessárias aos profetas e filhos dos profetas para continuarem o serviço, o ministério. Jesus ordenou que João escrevesse à sete igrejas que existiam na Ásia, específicamente a seus dirigentes e as recomendações entre outras diziam "arrepende-te", "torna ao primeiro amor, às primeiras obras", "adquire de mim", "lembra-te de onde caíste", "o que tens, retende até que eu venha", "Sê vigilante", "guarda o que tens", "aconselho-te", "lembra-te do que tens recebido e ouvido" (Ap 2, 3). Jesus continua falando nestes últimos dias. Quem tem ouvidos, ouça! Não haverá a "morte da panela" pois ela precisa continuar a ser vista como fonte de alimento. Os púlpitos podem ser comparados a essas maravilhosas panelas. A morte da panela seria o extermínio da vida espiritual de uma igreja. Agora, as panelas da morte e a morte que há em algumas panelas, estas precisam ser eliminadas. Por isso é que algumas dessas Panelas precisam ser lavadas e o que é colocado para que cozinhem precisa ser verificado regularmente. Em tempo, deixo claro que está longe de mim pensar em admoestar a pastores e líderes. Quem sou eu? Guarde-me o Senhor de tal procedimento ou intenção. Peço portanto, de antemão, perdão se pareço "intrometido" em assuntos que deveriam ser puramente ministeriais mas a Palavra é a Palavra e não busco atacar quem quer que seja, não cito nomes ou explicito nem mesmo fatos de amplo conhecimento que os liguem a pessoas de referência, afinal, são separados, ungidos para um fim e prestarão contas a Deus com mais severidade.

O PERIGO DA VAIDADE NO MINISTERIO


O perigo da vaidade no Ministério Pr. Elinaldo Renovato de Lima Introdução O ministério eclesiástico, constituído de muitas funções a serem desempenhadas em favor da Igreja do Senhor, envolve de tal forma aqueles que a ele se dedicam, que exige tempo, esforço, preparo, unção e cuidado. Se o obreiro não souber administrar seu comportamento, com graça e vigilância, poderá ser vítima da vaidade ministerial, que tem levado muitos ao desprestígio e queda, diante de Deus, da igreja e dos homens. Solenemente proclama a Bíblia: "A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda" (Pv 16:18). Dessa forma, é imprescindível estar atento ao que se passa em torno do ministério. O perigo pode não estar longe, mas bem perto, dentro de cada um obreiro do Senhor. Além do sexo, dinheiro e poder, que são os três elementos mais comuns, usados pelo diabo para derrubar líderes, há outros, derivados desses, que minam as bases do ministério de muitos obreiros, levando-os a serem vaidosos no ministério. Vaidade vem de vanitate (lat.), com o significado de "vão, ilusório, instável ou pouco duradouro; desejo imoderado de atrair admiração ou homenagens". Esse último significado, a propósito sublinhado, tem muito a ver com a vaidade no ministério. O perigo da vaidade em relação ao sexo Não é à toa que o sábio, escritor do livro de Provérbios, exortando o filho de Deus, ensina que é necessário ter sabedoria, bom siso e temor do Senhor, para se livrar da mulher adúltera, "que lisonjeia com suas palavras, a qual deixa o guia da sua mocidade e se esquece do concerto do seu Deus; porque a sua casa se inclina para a morte, e as suas veredas, para os mortos; todos os que se dirigem a elas não voltarão e não atinarão com as veredas da vida" (Pv 5.16-19). Muitas vezes, por falta de vigilância oração, o obreiro acerca-se de mulheres, em seu trabalho, sem atentar para seu comportamento, não percebendo que armadilhas do diabo estão sendo colocadas diante de si. Não raro, é o pastor que tem como secretária uma jovem solteira, ou uma jovem senhora, carente de afeto, que se insinua e se oferece para satisfazer a carência afetiva do obreiro, muitas vezes afastado da esposa, por causa do "ativismo frenético", que não lhe deixa tempo para a família. E o homem de Deus, esquecendo-se das bênçãos que lhe são reservadas, troca a dignidade ministerial por um relacionamento ilícito e pecaminoso, para sua própria destruição. Um ponto crítico, alvo de tentação, é o aconselhamento, em sua maioria a mulheres da igreja. Conheço casos de obreiros que perderam a reputação, o cargo e o ministério porque se deixaram envolver emocionalmente com pessoas aconselhadas, e caíram na armadilha do sexo. Diante de uma bela mulher, há obreiros que ficam vaidosos, sentindo-se como se fossem galãs conquistadores. Na verdade, estão sendo conquistados pelo diabo. É o velho comportamento de Esaú, trocando as bênçãos do ministério pelo prato de lentilhas do prazer imediato. Não há outro caminho para escapar da queda, a não ser o temor de Deus, a vigilância, a oração (Mt 26.41) e o desenvolvimento de um relacionamento amoroso com a esposa, que envolva carinho, companheirismo e verdadeira afeição. A Bíblia diz: "Tem cuidado de ti mesmo..." (1 Tm 4.16). A vaidade em relação do dinheiro O dinheiro, em si, não é mau. A Bíblia não diz em nenhuma parte que o dinheiro é perigoso. Ela nos adverte quanto ao "amor do dinheiro", que é a "raiz de toda espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé e se traspassaram a si mesmos com muitas dores" (1 Tm 6.10). Uma boa "prebenda" pode levar muitos à vaidade. A Palavra de Deus é infalível. Aqueles que, na direção de igrejas, principalmente de grande porte, cuja renda mensal é considerada alta, não têm cuidado de vigiar no trato com recursos financeiros, acabam afundando na cobiça, esquecendo-se da missão, e tornando-se verdadeiros cambistas, negociantes e mercantilistas do tesouro da casa do Senhor. E isso é vaidade, futilidade. A vaidade e o poder que detêm os torna como se fossem donos do tesouro da igreja, e passam a gastar como bem querem e entendem, sem dar satisfação sequer à Diretoria, e muito menos à igreja, que se sente desconfiada, por nunca ouvir um relatório financeiro da tesouraria. É lamentável, mas há obreiros que compram bens pessoais, ás custas do dinheiro dos dízimos e ofertas do Senhor. Certamente, a maldição os alcançará, pois estão sonegando os recursos destinado à Obra do Senhor. Essa vaidade é prejudicial ao bom nome da igreja. A Bíblia conta o que ocorreu com Gideão. Numa fase de sua vida, deixou-se levar pela direção de Deus, e foi grandemente abençoado, sendo protagonista de espetacular vitória contra os midianitas, à frente de apenas 300 homens (Jz 7). Contudo, após a grande vitória, cobiçou o ouro de seus liderados, solicitando que cada um deles lhe desse "os pendentes de ouro do despojo", no que foi atendido pelos que o admiravam (Jz 8.24). Tentado pela cobiça do metal precioso, Gideão deixou que subisse para a cabeça o desejo de ter sua própria "igreja", levantando um lugar de adoração, com o ouro que lhe foi presenteado, mandando confeccionar um éfode, " e todo o Israel se prostituiu ali após dele: foi por tropeço a Gideão e à sua casa...e sucedeu que , quando Gideão faleceu, os filhos de Israel e se tornaram, e se prostituíram após dos baalins: e puseram Baal-Berite por seu deus" (Jz 8.27,32). Tem razão a Palavra de Deus, quando adverte que "o amor ao dinheiro é a raiz de toda espécie de males...". A vaidade do poder do cargo Há obreiros que, enquanto dirigentes de pequenas igrejas, são humildes, despretensiosos e dedicados à missão que lhe foi confiada. Contudo, ao verem a obra crescer, fazendo-os líderes de grandes igrejas, esquecem de que "nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento" (1 Co 3:7), e passam a se comportar como verdadeiros imperadores ou ditadores eclesiásticos. O cargo de pastor, do bispo ou do presbítero é de grande valor para a igreja. A Bíblia diz Deus deu pastores à igreja, ao lado de evangelistas e mestres, "querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo" (Ef 4.12). Aí está o objetivo do cargo ou da função pastoral. Quando o ministro perde essa visão, acaba pensando que o cargo é fonte de poder pessoal, humano e carnal, e passa a usar a posição para a satisfação de interesses pessoais ou de grupos que se formam ao seu redor, e deixa-se dominar pela vaidade ministerial. Uzias, que reinou em lugar de seu pai, Amazias, aos dezesseis anos de idade, teve um grande ministério, aconselhando-se com Zacarias. A Bíblia diz que ele, "nos dias em que buscou o Senhor, Deus o fez prosperar" (2 Cr 26.3,5). Acrescenta, ainda a Palavra, que Uzias foi "maravilhosamente ajudado até que se tornou forte. Mas, havendo-se já fortificado, exaltou-se o seu coração até se corromper; e transgrediu contra o Senhor seu Deus, porque entrou no templo do Senhor para queimar incenso no altar do incenso" (2 Cr 26.15,16). Esse episódio demonstra que a ilusão ou a vaidade do poder, oriundo da posição que o líder ocupa é fonte de comportamentos os mais estranhos e imprevisíveis. O diabo se aproveita das fraquezas da personalidade de certas pessoas, e incita-as a julgar-se grandes demais, a ponto de extrapolarem suas ações, agindo de modo ilegítimo, e contra a vontade de Deus. Uzias foi grandemente abençoado, até que, sentindo-se forte, ou seja, cheio de poder, entendeu que podia imiscuir-se nas funções que eram privativas do sacerdote de sua época. Porque ele fez isso? Porque se deixou dominar pela vaidade do poder. É muito importante que o obreiro, no ministério, tenha consciência de que o poder que lhe sustenta não é o poder pessoal, nem o poder do cargo. O homem de Deus só pode ser sustentado e permanecer firme, se reconhecer que o poder vem de Deus. Davi disse: "Uma coisa disse Deus, duas vezes a ouvi: que o poder pertence a Deus" (Sl 62:11). S. Paulo, doutrinando aos efésios sobre as armas que são colocadas à disposição do crente, ensinou: "No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder" (Ef 6.10). O poder que emana do cargo ministerial é passageiro. Da mesma forma, o poder que advém do dinheiro, da posição, da fama ou de qualquer outra fonte, tem raízes nas forças do homem, e não tem durabilidade, pois debaixo do sol tudo é vaidade, conforme diz o sábio escritor do Eclesiastes (Ec 1.14). Dessa forma, é melhor não se deixar dominar pela vaidade do poder, pois, um dia, quando o detentor do cargo tem que deixa-lo, seja por jubilação ou por outra razão, poderá sofrer muito, sentindo falta do poder de que foi detentor. Contudo, quando o homem de Deus não se deixa seduzir pela vaidade do poder, e confia no poder de Deus, ele pode sair do cargo de cabeça erguida, sem sentir carência da posição. A vaidade na pregação Um obreiro, pastor ou líder, à frente do trabalho, precisa ter mensagens para transmitir ao rebanho. A verdadeira mensagem é aquela que vem de cima, que flui do Espírito de Deus para o espírito do mensageiro, e passa para a igreja, com unção e graça, de modo que todos são tocados pelo poder de Deus, transbordando em amor, temor e alegria espiritual. Esse tipo de mensagem só pode existir, se o obreiro buscar a presença de Deus, em oração e jejum. Certo pregador dizia que muitos lhe indagavam sobre o segredo de ter tanta unção para transmitir mensagens para o povo, ao que ele respondeu - "O segredo é que muitos oram cinco minutos para pregar uma hora; eu oro uma hora para pregar cinco minutos". Infelizmente, há os que, conscientes de que possuem o dom da palavra, ou o dom da oratória, ficam orgulhosos, e passam a se comportar como se fossem meros oradores de palanques, procurando impressionar a igreja. Há até os pregadores profissionais, que se utilizam das técnicas de comunicação, para atrair os ouvintes; são portadores de mensagens "enlatadas", as quais só precisam de um "esquente" da platéia para arrancarem glórias e aleluias. O uso da oratória, fundamentada numa boa orientação da Homilética, não faz mal a nenhum pregador. É um meio adequado que, submisso à unção do Espírito Santo, pode trazer muitos resultados abençoados para o engrandecimento do Reino de Deus. Um esboço de mensagem bem elaborado, com oração e jejum, com base na pesquisa da Palavra de Deus, e transmitido com humildade e dependência do Senhor é um recurso que dá firmeza ao pregador na sua alocução, na transmissão do sermão. Entretanto, o obreiro, em sua prédica, não deve pensar que tais recursos são a razão do sucesso da mensagem que transmite. S. Paulo, extraordinário pregador, não confiou em sua formação privilegiada, aos pés de Gamaliel. Escrevendo aos coríntios, disse: "A minha palavra e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder" (1 Co 2:4). Ele confiava na eloquência do poder, ao invés de se firmar no poder da eloquência. A vaidade na pregação faz com que certos evangelistas não se interessem por pregar para pequenas multidões. Seu ego só se satisfaz se lhe for assegurada a assistência de milhares de pessoas. A vaidade no tratamento Todo homem de Deus tem o dever de tratar bem às pessoas e o direito de ser bem tratado pelos que dele se aproxima,, pois não é uma pessoa qualquer, mas um servo de Deus, que está incumbido da missão mais importante da face da terra. A Bíblia diz: "a quem honra, honra" (Rm 13.7). Contudo, há aqueles que, dominados pelo sentimento vaidoso, extrapolam seus interesses, e passam a exigir um tratamento exagerado em torno de sua pessoa. Conheci o caso de certo pregador, que, ao ser convidado para pregar num congresso, não se limitou a aceitar a passagem, a hospedagem e uma oferta da igreja. De antemão, exigiu que a passagem fosse enviada por determinada empresa aérea; que lhe fosse providenciada hospedagem num hotel de categoria internacional (cinco estrelas) para ele e sua esposa; e que também lhe fosse concedida um apartamento duplo para sua empregada e seus filhos, que deveriam acompanhá-lo. E foi atendido. Seu ego foi satisfeito, sua vaidade foi alimentada, às custas dos dízimos e ofertas de irmãos, em sua maioria pobres de recursos e de bens materiais. Se não tivermos cuidado, vai haver pregador famoso, que poderá exigir até passagem para seu cão de estimação e tratamento "vip" para o animal. Vaidade e mercantilismos podem prejudicar muitos ministérios. Tenho visto que, no Brasil, há obreiros humildes, cheios da unção de Deus, mas, por serem jovens ou não serem famosos, são esquecidos, e nunca aproveitados em cruzadas e congressos. A vaidade no ministério do louvor Ao ministrar estudo num certo estado do Brasil, ouvi de irmãos que certo "cantor evangélico famoso" passara por ali, tendo exigido um cachê de quinze mil reais, com cinqüenta por cento adiantado, em depósito em sua conta; carro com ar condicionado, o melhor hotel da cidade. E lamentavelmente, os irmãos se submeteram à vaidade exagerada daquele homem que, se aproveitando do que Deus fez em sua vida, passou a explorar certas igrejas, infelizmente dirigidas por pastores vaidosos , que só pensam em ver multidões, não importando o preço a pagar. Uma igreja denominacional, que desejava angariar recursos para a construção de um templo, resolveu convidar certo cantor, recém-convertido ao evangelho, esperando obter algum retorno para a obra. O cantor, conhecido no mundo artístico brasileiro, exigiu, além de hotel de luxo, quase vinte mil reais, para cantar numa só noite, num grande estádio de futebol. Como resultado, as "entradas" não cobriram o "cachê" , a igreja teve prejuízo e amargou grande decepção. Sem dúvida, isso só acontece por causa da vaidade de tais pessoas, e da ingenuidade de certos pastores, que, desejando ver "a casa cheia", convidam celebridades para atrair o povo. A Bíblia nos mostra que o caminho para angariar recursos para a "manutenção" da casa do Senhor é a doutrina sobre a mordomia cristã, no que concerne aos dízimos e ofertas, conforme Malaquias 3.10. Vaidade nas mordomias No passado, quando o evangelho chegou à nossa terra, trazido por homens de Deus, que foram pioneiros no desbravamento da obra, as condições de trabalho eram duras e difíceis. Muitos deles andaram a pé, distâncias enormes, que os faziam fadigados e doentes; muitos percorreram os rincões do país, no lombo de cavalos, ou atravessando rios em canoas, sujeitos aos riscos de viagens sem segurança; muitos se hospedarem à margem dos igarapés, infestados de mosquitos e ameaçados por animais selvagens; tomaram água suja e chegaram a ser vitimados pela malária ou pela febre amarela. A eles, muito devemos, pelo seu desprendimento, coragem e fé. Hoje, no entanto, em geral, vemos que Deus tem propiciado condições de trabalho muito melhores aos obreiros, por esse Brasil a fora. As igrejas maiores podem conceder aos pastores moradia condigna, transportes pessoais, seguro-saúde, salário compatível e muito mais. É verdade que em grande parte, há obreiros que passam necessidades, injustamente. Entretanto, há os que, aproveitando-se da bênção de Deus sobre as igrejas, abusam das mordomias. Há casos em que o obreiro rejeita a casa pastoral, porque a esposa não gosta do estilo do prédio, e passam a exigir casa com tanto conforto e luxo, nas dependências, que consomem os recursos da igreja. É importante que o pastor more condignamente. Mas não é preciso exibir riqueza e luxo. Por outro lado, há obreiros que exigem salário tão elevado, além decombustível para o carro particular, pagamento de todas as despesas da casa, carro para levar os filhos na escola, empregada, arrumadeira, vigia, etc., que chamam a atenção dos murmuradores contra a obra do Senhor. Com isso, não desconhecemos a necessidade de um obreiro, líder de um grande trabalho, ter um tratamento adequado ao nível de suas responsabilidades. Se a igreja tem condições, é compreensível. Mas o exagero nesse aspecto, denota vaidade e desejo de aparecer perante a comunidade. A vaidade na formação teológica Há pouco mais de vinte anos, quem quisesse estudar teologia, em muitas igrejas, era considerado excêntrico e vaidoso. Muitos que ousaram ingressar num instituto bíblico, tiveram que fazê-lo às suas expensas, sem qualquer ajuda da igreja à qual eram filiados, e ainda assim, considerados malvistos pela liderança. Os tempos passaram e, por razões as mais diversas, como a exigência de melhores conhecimentos bíblicos e teológicos, ou o receio de ver grupos oriundos de certas igrejas arrebanharem os jovens para os cursos considerados "perigosos", as lideranças resolveram investir na área do ensino teológico. Na última década, proliferaram, no Brasil, os mais variados tipos de escolas, cursos, seminários, institutos, faculdades, etc. , voltados para o ensino teológico. Muitos desses cursos não têm a menor condição técnica, ou mesmo bíblico-teológica para ministrar o ensino, e têm formado um grande número de obreiros , portadores de diploma até de bacharelado em Teologia. Como resultado, passou-se de uma carência de pessoas com curso teológico, para uma grande quantidade de pessoas diplomadas, mas com formação que deixa a desejar, em termos de conhecimentos bíblicos e teológicos. Alguns desses formados, são obreiros vaidosos, que, possuídos de sentimento de superioridade, passam a desprezar os não formados, considerandos incapazes de exercer o ministério. Isso constitui uma vaidade, que leva muitos a assomarem aos púlpitos, sem unção e sem graça, confiando nos conhecimentos obtidos. A Bíblia nos adverte: "Confia no Senhor de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento" (Pv 3.5). Não se deve discriminar os obreiros formados em Teologia. Eles podem ser uma grande bênção para a ministração do ensino, da pesquisa bíblica e da evangelização. Mas não se deve deixar que os conhecimentos tomem o lugar do preparo espiritual para a pregação do evangelho, que se obtém de joelhos, orando e jejuando , na presença do Senhor.

O REI UZIAS, UM VENDEDOR DE SOMHOS


O rei Uzias, o vendedor de sonhos financeiros e a campanha do "pinta o sete" O Rei Uzias teve um excelente começo. Buscou ao Senhor, fortificou Israel, disciplinou e organizou o exército, inventou máquinas, edificou torres, cavou poços, plantou campos e sua fama correu longe. De fato, um grande estadista que foi maravilhosamente ajudado (II Cronicas 26.15) e prosperou enquanto buscou ao Senhor e se dispôs a ouvir o conselho de Zacarias. Em seus dias Israel experimentou vitórias e a paz, porém, quando se sentiu poderoso, o seu coração se exaltou de modo que se corrompeu, e cometeu transgressões contra o Senhor (IICrônicas 26.16); Um dia, presunçosamente adentrou o templo e resolveu acender incenso perante o Senhor, ignorando o aviso dos sacerdotes e enfurecendo-se ante os pedidos para que saísse do santuário e não continuasse com aquele desastroso intento. Por seu ato impensado foi ferido de lepra e terminou seu longo reinado como imundo e separado do povo e excluído da Casa de Deus. A trajetória da queda de Uzias é muito clara: se sentiu seguro de si, poderoso, exaltou-se e no seu coração, corrompeu-se e trangrediu contra o Senhor. Note que transgressão tem o sentido de rebelião conciente contra o que está determinado. Essa tem sido a história de muitos grandes nomes que conhecemos. Começam muito bem, têm chamada e aprovação de Deus, são inspirados, fazem coisas novas, galgam uma honrada fama mas chega o dia de serem tentados pelo orgulho e ao sentirem-se fortes, poderosos, abandonam o conselho de Deus e se afastam do temor do Senhor andando em caminhos de seus próprios olhos e fazendo o que não lhes é cabido fazer. Então, voltam-se contra o que aprenderam, rebelam-se e consigo levam uma horda cega, arrabatada pela fama que eles ganharam. Tornaram-se "pastores que se apascentam a si mesmos sem temor; são nuvens sem água, levadas pelos ventos; são árvores sem folhas nem fruto, duas vezes mortas, desarraigadas." (Judas 12); Não é meu objetivo neste post percutir agora o que publicamente é dito acerca de alguns pastores, como o vendedor de sonhos financeiros e sua Bíblia de R$ 900,00 e ou o da Campanha do Pinta o Sete (7 dias de oração, 7 minutos antes da meia noite, incluindo R$ 7,00 de depósito na conta dele), senão de dizer que é provável que assim como Uzias, todos eles em algum momento sentiram-se poderosos, exaltaram-se corromperam-se. Foram atingidos pelas setas do inimigo e contaminados, contaminam a outros. Pode ser que para alguns ainda seja tempo de ouvir a recomendação do Senhor Jesus: "Lembra-te, pois, donde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; e se não, brevemente virei a ti, e removerei do seu lugar o teu candeeiro, se não te arrependeres" (Apocalipse 2.5), pois até mesmo o infame Acabe, que se vendeu para fazer o que era mal aos olhos do Senhor (I Re 21.25) alcançou algum favor por sua humilhação (I Re 21.27,29); Para outros talvez só reste o duro comentário do Senhor, como aquele referido um dia ao rei Saul, que antecipando os atos de Uzias, prevaleceu-se de seu status de rei (e rei escolhido por Deus e ungido por seu profeta!) procedeu nesciamente e transgrediu o mandamento do Senhor (I Samuel 13.13): - Eu o tenho rejeitado! (I Samuel 16.1). Pior somente se por fim enquadrarem-se no grupo que ouvirá do Senhor Jesus a sentença capital pois muitos lhe dirão naquele dia: "Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então lhes direi claramente: - Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade" (Mateus 7.22 e 23). Irmãos isto é muito sério. Oremos por esses e outros que estão num momento difícil de suas vidas ministeriais, para que sejam restaurados (se é que ainda há ocasião para isso). Oremos também por nossos pastores e líderes, para que continuem sensível à voz de Deus e seja servos à serviço do Reino, permancendo naquilo que aprenderam e de que foram inteirados, guardando a fé que uma vez foi dada aos santos, retendo firme a palavra fiel, e que sejam poderosos nunca em si mesmos mas como dizem as Escrituras, para exortar na sã doutrina (Tito 1.9).

sexta-feira, 8 de junho de 2012

ÁGUA E VINHO : O ERRO VIROU MILAGRE


Posted on 28/04/2012 and filed under Artigo , Francisco Evangelista , Reflexões More Sharing ServicesCompartilhe | Share on facebook Share on myspace Share on google Share on twitter Print PDF Houve erro nos cálculos. Os organizadores do casamento imaginaram que a quantidade de vinho comprada seria suficiente. Mas, não foi. De repente o constrangimento: não tem mais vinho. E agora? Por perto não havia onde comprar. Naquela época não havia nenhum disk-vinho. A situação era vexatória para o casal e para toda a família. Que vergonha. Estavam num beco sem saída. Muitas vezes em nossa vida estamos em situação semelhante. Quando a gente menos espera falta algo fundamental à continuidade de nossas vidas. Ficamos em situação embaraçosa. Procuramos terra pra pisar e não achamos. Como é difícil quando nos encontramos assim. A vontade é de parar por completo. Desistir de tudo. No casamento de Caná ninguém sabia que ali estava alguém que poderia fazer alguma coisa pra resolver a situação, e mesmo se soubessem não imaginariam que ele seria capaz de transformar água em vinho. Não daria para adivinhar que água poderia ser transformada em vinho, assim do nada. Mas o inesperado aconteceu. Assim como naquelas bodas, sem a gente perceber, Jesus Cristo está mais perto de nós do que imaginamos. Ele está tão atento a cada um de nossos passos que é capaz de dizer até quantos cabelos caem de nossa cabeça diariamente. Na festa da Galiléia, quando o inusitado aconteceu, ele poderia muito bem simplesmente agir, mas me chama a atenção pelo menos três coisas: primeiro Ele só agiu depois que foi procurado por sua mãe, e em segundo lugar Ele não agiu sozinho, esperou que outras pessoas enchessem as vasilhas, e por último Ele não fez nada espalhafatoso, não decretou, não disse nenhuma palava de ordem, ou seja fez o milagre silenciosamente. O Mestre está pronto para agir em nossas vidas. Nos acheguemos a Ele. Apresentemos a Ele as nossas demandas, os nossos traumas, as nossas carências, os nossos limites, as nossas frustações. Ele quer nos ouvir. Jesus tem muito a fazer por nós, mas, ele quer quer enchamos as vasilhas com água, ou seja, ele quer que façamos a nossa parte. É certo que o Senhor pode fazer tudo sozinho, mas ele prefere contar com nossa parceria. Deus não tem um jeito específico de agir, em cada situação Ele atua do seu modo. A atuação dEle é sempre personalizada. Ele trata com cada um de nós individualmente. E por último quero dizer que para Deus não importa a razão que gera a falta do vinho em nossa vida. Na festa, Jesus não foi interrogar os noivos, nem o mestre-sala, nem tampouco a família sobre o porque de não terem se programado corretamente. Ele apenas fez o milagre. Resolveu o problema. E assim é conosco, não importa o que passou, o que vale é a decisão nossa de encher as talhas e colocá-las nas mãos dEle. Seremos surpreendidos, pois o vinho novo é sempre melhor!

PESQUISA REVELA RAZÕES PORQUE PASTORES SE AFASTAM DOS PÚLPITOS S SE AFASTAM DOS PÚ LPITOS


Pesquisa revela razões por que os pastores se afastam dos púlpitos Posted on 08/06/2012 and filed under Noticias , Noticias Atualizadas More Sharing ServicesCompartilhe | Share on facebook Share on myspace Share on google Share on twitter Print PDF Pesquisas americanas têm mostrado recentemente que grande quantidade de pastores terminam sofrendo de baixa autoestima e depressão ao longo de seus ministérios. Segundo estatísticas compiladas de estudos do Instituto Fuller, Instituto de Pesquisas George Barna e Site Pastoral Care Int. por Jim Fuller, pelo menos 45,5% dos pastores pesquisados nos Estados Unidos, disseram que estão deprimidos. Além disso, 70% afirmaram que sofrem de baixa autoestima e 85% que estão cansados de lidar com o problema de outras pessoas, incluindo de líderes da própria igreja. Em uma matéria do Cristianismo Hoje, pastores brasileiros revelaram as causas de suas angústias e como desistiram dos púlpitos temporariamente ou permanentemente. O pastor evangélico da Igreja Presbiteriana Independente, José Nilton Lima Fernandes, 41 anos, afirmou que depois de longo tempo como pastor, passou a duvidar de seu chamado pastoral. Fernandes, que começou liderança da mocidade já aos 16 anos e depois pastoreou uma igreja pentecostal também, diz que experimentou intrigas, desgastes por causa da “estrutura de corrupção” e outras dificuldades que o levaram a um enfraquecimento emocional e queda no seu casamento. A situação o levou a pedir uma licença da igreja, passando a exercer desde 2011, outras funções, no meio secular. “Acho possível servir a Jesus, independentemente de ser pastor ou não”, afirmou ele à revista. Nilton acabou casando-se novamente e retornou aos púlpitos em uma outra igreja, não descartando a possibilidade de um outro “freio”. Segundo a publicação, outras pesquisas nos Estados Unidos, como a do ministério LifeWay apontaram que muitos dos pastores se sentiam solitários em seus ministérios e reclamaram de problemas. Outras pesquisas já mostraram que o abandono dos pastores ocorre por causa de desvios morais, esgotamento espiritual ou conflitos dentro da igreja. Segundo o diretor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo, Lourenço Stélio Rega, quase metade dos alunos que iniciam a Faculdade de Teologia desistem antes de acabar o curso. Rega afirma que muitos percebem que a luta e as dificuldades não são provisórias, mas sim uma constante durante a vida ministerial. De acordo com ele, a própria Bíblia antecipa isso. Gedimar de Araújo, pastor da Igreja Evangélica Ágape, no Espírito Santo, resume a situação desta maneira: “O ministério é algo muito sério”. “Se um médico, um advogado ou um contador erram, esse erro tem apenas implicação terrena. Mas, quando um ministro do Evangelho erra, isso pode ter implicações eternas”, disse ele, de acordo com a revista.